Conflitos Internos no trabalho

A noção de funcionário implica na perspectiva de que a subjetividade seria suprimida pela função. Mas não é isso o que acontece. Cada pessoa desempenha uma função implicando nela a sua subjetividade. A maior parte do cotidiano de uma pessoa geralmente se passa no seu trabalho, portanto é para onde projeta de forma consciente ou não a sua existência – mesmo que o faça de forma alienante. Nos relacionamentos de trabalho não só emerge a subjetividade de cada pessoa como, muitas vezes, a função produz efeitos importantes na subjetividade de quem a exerce. Uma função pode adoecer, ‘enlouquecer’ e até mesmo ‘salvar’ uma pessoa. Não deixa de existir nas relações funcionais o poder em suas mais diversas formas. Os conflitos internos decorrem principalmente dos conflitos de poder, conflitos entre a pessoa e a função que ela exerce e entre as personalidades das pessoas que atuam em comum ou a partir de uma hierarquia. Os conflitos internos podem afetar significativamente uma organização a ponto de inviabilizá-la. O que se pode fazer para evitar este tipo de conflito? É preciso considerar em perspectiva as personalidades das pessoas envolvidas no processo, levando em conta a adequação de uma pessoa com sua função e considerar a forma como o poder é exercido na organização com sua consonância ou não com a lei –não só a lei no sentido legal mas também no sentido humano e social.

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